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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Curiosidades sobre o pimentão!

(Imagem: Internet)


segunda-feira, 21 de abril de 2014

O tal fruto proibido!

(Imagem: Mega curioso)

Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed


É normal que você pense que o tal fruto mordido por Eva foi uma maçã, afinal há muitas pinturas, referências, sermões e outras histórias nas quais a maçã é a ponte entre o paraíso e o pecado. A questão é: a Bíblia não diz que Eva mordeu uma maçã. O mais provável é que ela tenha comido uma romã ou um figo.

sábado, 19 de abril de 2014

Colomba não é panetone!

(Imagem: MSN/Estadão)

Aprenda a diferenciar uma colomba de um panetone em forma de pomba - 1 (© Walter Costa Estadão)
Colomba
Aprenda a diferenciar uma colomba de um panetone em forma de pomba

Colomba - A massa leva farinha, ovo, manteiga, açúcar, fermento e água. Os ingredientes são os mesmos do panetone, mudam as proporções – a colomba leva mais manteiga, água e açúcar e por isso, fica mais úmida. Por causa do formato, ela assa mais rápido e tem ponto delicado: se passar tempo a mais no forno, a cobertura amarga.
Estação - No Hemisfério Norte, a Páscoa é no começo da primavera, daí o sucesso da receita deste pão italiano de massa delicada e aromas cítricos que remetem ao frescor da estação.
Recheio - A verdadeira colomba pascal só leva raspas de casca de laranja ou laranja cristalizada. Nada de uva-passa, outras frutas cristalizadas, gotas de chocolate e quetais (nem pensar em brigadeiro, doce de leite e variações).
Cobertura - Antes de ir para o forno, ela recebe uma camada de calda feita com açúcar, amêndoa, raspa de casca de laranja e de casca de limão. Quando a massa cresce, a cobertura se quebra, dando o aspecto craquelado tradicional da colomba.
Panetone - A receita tradicional leva só uva-passa. Na versão mais difundida, vão também frutas cristalizadas, misturadas à massa. Elas são quase sempre a causa da rejeição ao panetone.
Estação - Em sua origem, o panetone é um pão de inverno. Daí a sua robustez. A massa é rica e seus sabores, complexos.
Massa - A massa do panetone é menos úmida e demora mais para assar por seu formato cilíndrico.

Fonte: MNS/ESTADÃO

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Como surgiu o símbolo da Páscoa!

(Imagem: Internet)

Coelho bota ovo? Como surgiu o símbolo da Páscoa

Na tradição judaica e cristã, a Páscoa significa a ressurreição, possibilidade de um recomeço, de uma vida nova. Foram os colonos alemães que trouxeram a simbologia do coelho para o continente americano, associando-a a esta festa que simboliza a vida e a fertilidade.

Do mesmo modo, o ovo também representa o início da vida e, por isso, tornou-se outra referência da Páscoa. No início não existiam os ovos de chocolate e as pessoas se presenteavam com ovos de verdade, pintados e decorados. Somente mais tarde os confeiteiros franceses começaram a fabricá-los em chocolate e a gostosura correu fronteiras e ganhou o mundo.

Embora todos saibam que coelhos não põem ovos, os dois símbolos se tornaram indissociáveis durante a comemoração da festa que celebra a vida.

Fonte: Cacau Show

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Origem da Festa Junina!

(Foto: David Mafra)

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.
Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.
Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.
Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.
Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.
Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.
Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.
As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


sábado, 1 de setembro de 2012

Conheça nove tipos de arroz para colocar no prato


Além do branco e do integral, existem outros tipos que podem fazer parte do cardápio
Um prato tipicamente brasileiro não deixa de fora a dupla arroz e feijão. E mesmo com uma combinação tão tradicional, dá para variar o cardápio e contar com os benefícios a nossa saúde e à dieta. Já pensou em substituir o arroz branco por uma outra versão? Integral, negro ou parboilizado, contabilizamos nove tipos de arroz mais encontrados no Brasil. "O arroz é um cereal importante por ser uma boa fonte de carboidratos. Ele também contém proteínas e fibras e, em algumas versões, é fonte de vitaminas e minerais", diz a nutricionista Audrey Abe, da rede Natural em Casa. Cada um possui uma qualidade específica, seja em relação ao seu valor nutritivo ou na mudança de sabor. Conheça mais sobre cada variedade. 

Tipos de arroz:

Polido ou agulha
Esse é o arroz mais comum, também chamado de arroz branco ou tradicional. Como tem sua "casca" retirada durante o seu processo de fabricação - por isso recebe o nome de polido - não é um dos tipos de arroz mais nutritivos. O seu ponto forte é ser o mais barato, mais fácil de encontrar e o que tem maior funcionalidade, podendo ser usado para fazer uma lista grande receitas. Além disso, o arroz polido é que demora menos tempo para ficar pronto. A proporção de água deve ser de duas xícaras de água para cada uma de arroz, para que ele fique macio sem ficar com o aspecto "papa" ou grudento. 

Arroz integral
Por não passar pelo processo normal de industrialização, o arroz integral mantém a camada externa do grão, conservando as suas principais qualidades e contém três vezes mais fibras do que o industrializado, cinco vezes mais vitaminas e quatro vezes mais magnésio. "Além de ter vitaminas A, B1, B2, B6, B12 e minerais, é rico em fibras, que ajudam a manter o intestino regulado", diz a nutricionista. O integral pode ser encontrado com facilidade, mas o seu preço é maior que a versão tradicional.

Na hora de preparar um prato com arroz integral, é importante lembrar que ele demora mais para ficar pronto e precisa de mais água para ficar com uma consistência boa para consumo. Deve-se usar o mesmo número de xícaras de água e de arroz e esperar pelo menos duas vezes mais tempo até tirá-lo da panela. 

Arroz parboilizado
Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Ao passar por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, parte das vitaminas e minerais passam da casca para o interior do arroz, aumentando o valor nutritivo e concentrando uma maior quantidade vitaminas do complexo B em cada grão.

"O processo hidrotérmico enriquece a parte interna do arroz, deixando-a com valores nutritivos próximos ao arroz vendido com casca. Além disso, a temperatura superior a 58 graus usada no processo de parboilização muda a composição do amido, fazendo com que o arroz absorva ainda mais nutrientes da casca", diz Audrey Abe.

Facilmente encontrado, principalmente em lojas de produtos naturais, esse tipo de arroz segue o mesmo padrão de preparo do arroz branco, já que não tem casca. 

Arroz Cateto ou Japonês
Como o próprio nome já diz, essa variedade é a base da culinária japonesa. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional. "Esse tipo de arroz também tem a sua versão "integral", que conserva maiores quantidades de vitaminas do complexo B e minerais", explica a nutricionista.

Para deixar o arroz cateto mais macio, sem que ele fique grudado, é importante deixá-lo um pouco mais de tempo cozinhando do que o arroz tradicional, seguindo o padrão de uma xícara de água para cada duas de arroz. 

Arroz arbóreo
Possui o grão mais arredondado e concentra bastante amido, conferindo consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos. Por isso, é o mais indicado para preparações de risotos. "Como não possui casca e não passa por nenhum processo que conserve seus nutrientes, o arroz arbóreo tem o mesmo valor nutricional do arroz tradicional", diz Audrey Abe. Ele pode ser encontrado em redes de supermercados normais, e o seu modo de preparo é o mesmo do arroz tradicional. 

Arroz basmati ou indiano
Famoso por seu aroma adocicado de nozes, o diferencial do arroz basmati em relação ao comum é o seu gosto mais forte e a sua capacidade de reter água durante o preparo sem que os grãos fiquem grudados uns nos outros. "Os grãos deste tipo de arroz são bem mais longos e ficam ainda mais compridos quando cozidos. Mesmo que os níveis nutricionais sejam praticamente iguais aos do arroz branco, ele pode ser usado em ocasiões especiais para variar o cardápio", diz a especialista.

O arroz indiano é mais caro que o tradicional, e só é encontrá-lo em lojas especializadas em produtos naturais ou orientais. Como já possui um gosto bastante característico, ele dispensa a adição de temperos durante o preparo. 

Arroz vermelho
O arroz vermelho é rico em monocolina, substância que pode auxiliar na redução do nível de LDL (colesterolruim) no sangue, aquele que pode causar infartos e derrames cerebrais.

Além disso, segundo a nutricionista, o extrato desse tipo de arroz pode auxiliar na circulação sanguínea, na digestão e nas funções intestinais. Apresenta também três vezes mais ferro e duas vezes mais zinco que o arroz branco. O preparo pode ser feito da mesma maneira que o arroz tradicional. Ele também é bastante acessível e pode ser encontrado em redes de supermercados. 

Arroz negro
Apesar de ainda não ser muito popular, o sabor e a cor acastanhada do arroz negro podem ser novidade por aqui, mas já é conhecido na China há milhares de anos. "Este tipo de arroz contém 20% a mais de proteínas e 30% a mais de fibras em relação ao arroz integral", diz Audrey Abe. Quer mais? Ele tem um elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico. Análises do produto também apontaram o grande conteúdo de compostos fenólicos, substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, doenças crônico-degenerativas, problemas cardiovasculares e até câncer. 

Arroz selvagem
Ainda pouco encontrado no Brasil, o arroz selvagem, apesar do nome, não é um arroz de verdade, mas um tipo diferente de gramínea. Os grãos são escuros (marrons e pretos) e o seu comprimento é três vezes maior que o do arroz comum, tendo em seu interior um aspecto claro e macio. "Ele é bastante usado na culinária oriental, mas como são poucos os lugares em que é produzido (Estados Unidos e Canadá), ainda é pouco conhecido no Brasil e difícil de ser encontrado fora de lojas especializadas em produtos naturais", diz a nutricionista Audrey Abe.

As suas qualidades nutricionais também chamam a atenção, pois este grão é pobre em gorduras e rico em proteínas, a lisina (uma aminoácido benéfico ao corpo) e fibras. É também uma boa fonte de potássio, fósforo e vitaminas. 

Tipo de arroz
Calorias (Kcal)
Carboidratos (g)
Proteínas (g)
Gorduras (g)
Fibras (g)
Branco
124
26,6
2,32
1,18
0,49
Integral
76
14,5
3,0
1,0
2,7
Parboilizado
123
25,6
3,2
0,6
0,63
Cateto
180
39,1
4,0
1,0
1,0
Arbóreo
175
39,2
4,16
1,17
0,50
Basmati
171
38,1
3,5
0,5
0,8
Vermelho
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Negro
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Selvagem
170
35,6
6,0
0,5
3,0

domingo, 25 de março de 2012

Você sabia?

(Foto: David Mafra)

Vodkas são versáteis para coqueteis
(Vodkas Czars Gold Collection).
O que é um Coquetel ? 

Todo coquetel consiste de uma bebida base - modificador ou aromatizador - e do agente colorante ou sabor especial. 
A base é o ingrediente predominante, podendo ser o gin, a vodka, o rum, o conhaque, ou o whisky. 

É importante lembrar que devido à ausência de sabor, a vodka é a bebida mais versátil e ideal para muitos coquetéis. 

Nos coquetéis exóticos, você poderá achar mais de um aromatizador ou especiaria. Alguns podem levar soda ou água gaseificada, o que dará um pequeno toque de efervescência.
O modificador atua como um agente amenizador, destacando o sabor base. Os modificadores são os vermutes, vinhos, outros aperitivos, sucos de frutas, creme de leite e ovos.
O agente colorante ou sabor especial, consiste da calda de algumas frutas ou groselha ou licores. Este agente é usado apenas para fornecer um toque delicado, sem modificar o sabor do coquetel. Sendo assim, um coquetel com base de rum, ainda terá o sabor de rum predominante e será intensificado pelo modificador ou aromatizador e colorante.

Fonte: Apostila Coquetelaria,Técnicas de Bar, Rick Anson.

sábado, 24 de março de 2012

Museu da Vodka Amsterdam: A História da Vodka, Séc XX – Parte II

Por: BENDITA VODKA

O século XX trouxe grandes mudanças para a posição da vodka na sociedade. A Vodkacostumava ter uma reputação de ser a melhor bebida Russa em termos de qualidade, sendo fortemente relacionada à religião. Isso mudou após a nacionalização da produção da vodka. O governo soviético transformou isso em um negócio lucrativo para o seu regime. O principal consumidor se transformou no público-alvo para as vendas de vodka, enquanto o objetivo principal dos produtores mudou da qualidade para a quantidade.



Entrega de vodka na rússia no início do séc.-XX.
Outro evento que deteriorou a reputação da vodka foi a 1ª Guerra Mundial. Os russos desenvolveram a ideia de que a vodka era a “dorga ideal” em tempos de guerra.
Durante a guerra, a vodka também foi usada como antisséptico para a limpeza de feridas e de armas, tanto na 1ª quanto na 2ª Guerra Mundial, além de ter sido usada como “estimulante” para os soldados soviéticos. A vodka diminui os limites morais para a luta e controla o nível de adrenalina no sangue. Bebidas alcóolicas diminuem a concentração de adrenalina no sangue, dando um maior “controle” durante as batalhas. 100ml de vodka por soldados russo era a ração oficial para um dia de Guerra. Cientificamente falando, 100ml de vodka contém até 250kcal. Essas calorias são justamente o suficiente para o corpo humano sobreviver para mais um dia.

Taberna de Vodka Russa
Em 1961 o primeiro foguete soviético foi para o espaço. Esse evento foi patrocinado pelos produtores russos de vodka, como uma amostra do grande papel da vodka na sociedade russa. Por volta de 1973, outros países começaram a prestar muita atenção à produção russa devodka. A América queria essa produção em seu mercado, mas isso teria que ser uma troca justa. Um segredo em troca de outro. A bebida mais famosa no mercado americano era a Coca-Cola, mas esta era muito fortemente ligada ao “espírito americano”, então foi escolhida a segunda melhor: a Pepsi. Em 1973 a primeira fábrica da Pepsi foi construida em Novorossijsk, no sul da Russia. Em troca a Pepsico se tornou a distribuidora exclusiva para um produto único no mercado americano: a vodka russa.

Boris Yeltsin
Boris Yeltsin, primeiro presidente da Federação Russa, cancelou o monopólio nacional da produção de vodka em 1992. A partir de então se tornou relativamente fácil adquirir a licença para produção. Nem todos os produtores são igualmente experientes e honestos na produção da bebida, e em alguns anos uma vodka baseada em methanos apareceu no mercado. O metanol é extremamente tóxico em relação ao etanol. 50ml é uma dose letal. Depois disso o programa foi terminado e o monopólio nacional foi restaurado, deixando a população russa segura para beber sua vodka novamente.

Vodka Destilation
A produção da vodka se divide em 3 fases:
1) Fermentação: Combina água, açúcar e outros ingredientes como frutas ou vegetais.  Na Rússia antiga o principal ingrediente era batata. Essa mistura descansa por 2 semanas em média, enquanto o etanol é liberado na forma de gás.
2) Destilação: A partir daqui são necessários dois cilindros:
A) Cilindro aquecido, onde a temperatura é mantida a 76° C, o suficiente para o etanol na forma de gás suba pela tubulação até o cilindro resfriador.
B) Nesse segundo cilindro a condensação transforma o etanol em líquido, que então desce por outra tubulação até um coletor. Esse ciclo deve ser realizado pelo menos três vezes. Quanto mais vezes, melhor, pois nesse processo eliminamos óleos e outros resíduos indesejáveis.
3) Filtração: Também utilizada para eliminar produtos indesejáveis. Os filtros mais comumente utilizados são leite, ovos brancos, carvão, prata, ouro, etc. Ao mesmo tempo essa fase é a última oportunidade para o produtor inserir qualquer sabor na vodka. Ervas, gramas, temperos, essência de frutas, frutas frescas, pimenta, casca de laranja ou grãos de baunilha podem ser adicionados após  a destilação. Deixamos descansar por algumas semanas e avodka absorve o sabor desejado. A filtração também deve ser realizada pelo menos três vezes.
Depois disso a vodka deve ser servida gelada em uma mesa com comida gostosa e amigos!



Vodka Russa

quarta-feira, 21 de março de 2012

Você sabia?

(Foto: David Mafra)


Cappuccino da Brooblyn Coffee Shop

Barista:


O Barista é o profissional especializado em fazer e criar bebidas à base de café, além de ser uma espécie de barman, só que dentro de uma cafeteria.
Para preparar uma bebida o Barista, precisa conhecer sua matéria prima, ou seja, ele deve diferenciar os grãos, conhecer o processo da torra, operar máquinas e diferenciar as misturas para combinar frutas, bebidas alcoólicas, cremes, licores e outras combinações ao café.
Devido ao crescimento do mercado de café no Brasil, o consumidor ficou mais exigente, e hoje para preparar um bom café é preciso conhecer e explorar o produto.
Recorrente a essa demanda, o Barista tornou-se um profissional extremamente requisitado por cafeterias e estabelecimentos especializados.

Fonte: Site Bares SP.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Você sabia?

(Foto: David Mafra)




SABE QUEM INVENTOU O GUARDANAPO?

Leonardo Da Vinci. Até então, utilizavam-se peles de coelhos e outros animais como guardanapos, o que era pouco higiênico. Da Vinci resolveu utilizar pequenos pedaços de pano para esse fim!!!

Fonte: Portal das Curiosidades

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

20 trocas contra o colesterol (parte 2)

(Fotos: David Mafra)

Segue:
Aveia
6. Cereais açucarados por aveia A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”

7. Bauru por peito de peru e queijo branco
Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.

8. Camarão por peixe

Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.

Lombo
9. Picanha por lombo O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.

10. Manteiga por margarina
Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. “Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto”, avisa Ana Maria.

11. Quindim por compota de frutas Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar.

Sucos
12. Suco de laranja pelo de uva
Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. “Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.

Fonte: Revista Saúde Abril

domingo, 26 de fevereiro de 2012

TROCAS QUE VALEM A PENA!!!

20 trocas contra o colesterol (parte 1)

Saiba como substituir alguns alimentos que elevam os níveis dessa gordura sem perder o prazer à mesa

No placar científico, um time de nutrientes já pontuou a favor das nossas artérias na disputa contra o colesterol. Um estudo recém-concluído em institutos espanhóis como o Hospital Clinic de Barcelona demonstra, após analisar 772 pessoas suscetíveis a infartos, que uma dieta rica em fibras dribla o excesso de LDL, a versão nada benéfica da gordura, afastando perigos. Já nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade Loma Linda provaram que peixes, nozes e castanhas garantem proteção digna de um golaço. Afinal, ajudam a controlar as taxas da substância no sangue. Por que, então, não convocar esses alimentos ao cardápio? A tática vitoriosa é trocar itens que contribuem muito pouco — ou até atrapalham — por outros que se mobilizam para vencer o colesterol. E o melhor: sem deixar o prazer à mesa no banco de reservas. Saiba como e por que vale a pena adotar esse esquema em prol da saúde cardiovascular.


1 Pão francês por integral
Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.

2 Leite integral por desnatado
Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.

3. Óleo de soja e outros por azeite O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.

4. Pizza de mussarela pelas de vegetais A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.

5. Salgadinhos por castanhas
Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.

Fonte: Saúde Abril

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Museu da Vodka em Amsterdam: A História da Vodka – Parte I

Por: BENDITA VODKA


Uma dose de história para vocês. E com sabor de vodka ;) direto do Museu da Vodka em Amsterdam.
Museu Vodka Amsterdam

A história da vodka nos leva de volta ao início do século XIV, quando os mercadores italianos de Genova estavam cruzando as fronteiras russas. Isso era para estabelecer relações com a Russia e outros países do leste europeu. Nessa época a dinastia Ivanovich (ou Donskoy) liderava o império russo. Ele tinha a honra de receber vários presentes dos mercadores italianos. Entre esses presentes havia bebidas alcólicas (24% de álcool) feitas de uva, conhecidas como grappa. Logo se tornou uma bebida nobre, disponível somente para o círrculo interno do czar e os oficiais da igreja.
Dunskoy gostou da bebida, mas para o paladar dele a bebida não era forte o suficiente. Então, os russos mudaram os ingredientes e fizeram a bebida mais forte e a nomearam vodka. Na verdade, o nome vodka é derivado da palavra em latin “Aqua Vitae” que quer dizer “água da vida”.

Somente em 1533 o czar decidiu dividir a bebida com a população mais humilde e abriu o primeiro, então chamado Taverna Real. Aqui as pessoas mais simples podiam experimentar a bebida sagrada. Somente nessa época o nome foi finalizado, derivando da palavra russa “voda” (água), os russos inventaram a palavra “vodka”, que significa “pequena água”. Pequena água – grande álcool – essa é a piada! ;)
Em 1814 a vodka foi apresentada ao oeste europeu por Napoleão. Ele teve sucesso na conquista da maior parte da europa e depois da Russia. Ele foi o primeiro e único general estrangeiro que conseguiu conquistar Moscou. Devido ao inverno agressivo, seu exército perdeu a maior parte da sua força e ele foi forçado a recuar. Claro que ele trouxe alguns dos mais valiosos segredos russos de volta com ele para mostrá-los ao oeste europeu. Um deles era a fabricação da vodka. Como resultado nós podemos ver até hoje que a vodka francesa é famosa no mundo todo, e mantém uma forte posição no mercado global de vodka.

D. I. Mendeleev
A invenção dessa vodka está conectada ao nome do famoso qúimico D. I. Mendeleev. O cientista investigou o volume e densidade ideais de álcool e água por um ano e meio. Depois dessa pesquisa ele publicou suas descobertas na sua dissertação de doutorado “Combinando Álcool e Água”. As conclusões de Mendeleev foram apreciadas e aplicadas com sucesso na alcoolometria e na produção de vodka. Em 1894-1896, o padrão nacional para a vodka (40% de álcool e 60% de água) foi estabelecido. Além disso, o monopólio estatal da vodka foi introduzido nesse período.
A família Smirnoff era a produtora de vodka para a casa do imperador na Rússia no fim do século XIX. No começo do século XX, a “revolução vermelha” ocorreu, a família do czar foi assassinada e a união soviética foi estabelacida. A guarda vermelha aterrorizou a maior parte das pessoas inteligentes, religiosas e ricas, buscando trazer a ideia comunista à vida. Alguns nobres conseguiram escapar do novo governo e a família Smirnoff estava entre eles. A família Smirnoff foge então para o Reino unido, para mais tarde criar a “Companhia de Produção Smirnoff” no Reino Unido, e alguns anos depois, a empresa chegou aos Estados Unidos.

Amsterdam
Gostou? Quer saber o que aconteceu depois? Aguarde, em breve vamos contar especialmente para vocês.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Você sabia?

(Fotos: David Mafra)

O que é arroz parboilizado?
A palavra parboilizado teve origem na adaptação do termo inglês parboiled, proveniente da aglutinação de partial + boiled, ou seja, "parcialmente fervido".
Não se trata de arroz parafinado, ou colado, como muitos pensam. O processo de parboilização baseia-se no tratamento hidrotérmico a que é submetido o arroz em casca, pela ação tão somente da água e do calor, sem qualquer agente químico.




 
A parboilização é realizada através de três operações básicas:
1. Encharcamento: o arroz em casca é colocado em tanques com água quente por algumas horas. Neste processo, as vitaminas e sais minerais que se encontram na película e germe, penetram no grão à medida que este absorve a água.

2. Gelatinização: Processo Autoclave - o arroz úmido é submetido a uma temperatura mais elevada sob pressão de vapor, ocorrendo uma alteração na estrutura do amido. Nesta etapa, o grão fica mais compacto e as vitaminas e sais minerais são fixados em seu interior.

3. Secagem: O arroz é secado para posterior descascamento, polimento e seleção.

Suas vantagens são:
- Rico em vitaminas e sais minerais, devido ao processo de
parboilização;
- Quando cozido, fica sempre soltinho;
- Rende mais na panela;
- Requer menos óleo no cozimento;
- Pode ser reaquecido diversas vezes, mantendo suas propriedades;
- Alto grau de higiene no processo de industrialização;
- Conserva-se por mais tempo.
- Não usa produtos químicos

Detalhe: O Brasil detém a tecnologia de parboilização mais avançada do mundo!


(Fonte: Embrapa)

Eliane Maria Valim colaborando mais uma vez com nosso Blog. Obrigado Eli!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

VOCÊ SABIA?

(Foto: David Mafra)



Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

(História contada no Museu do Homem do Nordeste).

Recebi este texto de minha amiga Joseane Martinez. Achei tão interessante que resolvi compartilhar com vocês!
Obrigado Jô!