(Imagem: Arquivo pessoal)
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| Casapueblo |
Cartão postal do Uruguai, a Casapueblo é cenário único e inesquecível! Mágico, assim é definido por muitos que conhecem o local.
Casa-atelier do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró, hoje é também um Club Hotel que oferece vários serviços, entre eles um restaurante de cardápio internacional que tive a oportunidade de conhecer.
Atendimento razoável, preço salgado (natural para uma das regiões mais disputadas de Punta del Este - mas evite a alta temporada, os preços multiplicam-se, coisa pra elite internacional), cardápio oferece opções de proteínas e acompanhamentos.
Pedi um frango grelhado com Purê de batatas de acompanhamento. O frango estava suculento, no ponto certo. E o purê estava delicioso, o melhor que comi na visita ao Uruguai!
O cardápio também inclui opções variadas de entradas e sobremesas, além do habitual
couvert e café para finalizar a refeição.
Casapueblo
Endereço: Carlos Páez Vilaró, Punta Ballena, Uruguai Telefone: +598 4257 8611
Punta del Este -
Casapueblo
LUCIANA CARVALHO
da Revista da Folha
O ponto mais importante e mais famoso para se visitar em Punta é a Casapueblo,
onde o artista plástico uruguai Carlos Páez Vilaró, conhecido e premiado no
mundo inteiro, mora. Seu ateliê fica na parte mais alta da casa, que tem ainda
um restaurante e um hotel.
Esse obra arquitetônica nada convencional, localizada em Punta Ballena, há 15
km do centro de Punta del Este, começou a ser construída em 1958, a partir de
um cômodo feito de latas. Mais tarde foi revestido com ripas de madeiras que
vinham de navios naufragados.
Anos depois o artista descobriu a receita que daria a cara e o estilo que a
casa tem até hoje. Com cimento e cal, "pregou" uma espécie de tela de
galinheiro nas paredes de madeira e pintou sua casa, feita toda à mão, de
branco. A intenção foi dar contraste com o céu e o mar.
Vilaró se define como um "fazedor de coisas". Infiltra-se em todos os
campos das artes plásticas que lhe chamam atenção. Já fez tapeçaria, pintura em
mural, cerâmica, arquitetura, pintura e escultura. Tem uma ligação muito forte
com o Brasil e uma forte influência africana em suas obras. Vilaró diz que
quando visitou a Bahia, em 1956, encontrou a África inteira lá.
Uruguaio, Vilaró acredita fazer parte do sol e diz que a arte e a vida são como
um largo caminho cheio de portas que devem ser abertas para descobrir o que há
por trás de cada uma. Para ele, sempre falta algo, sempre há portas para serem
abertas.
Fonte: Folha Online